novembro 26, 2005

Mas...

Mas apesar de tudo convém estar informada.

Problema deles

Pensando bem não tenho nada que ficar surpreendida ou chocada com as atitudes da ICAR. Ela é mesmo assim e tem que defender aquilo em que aposta. Esta guerra não é minha é dos católicos se a quiserem assumir, se se sentem bem assim o que podem os outros fazer? Vou portanto deixar de me preocupar com este problema.

novembro 23, 2005

Cada vez pior...

Um padre é um homem sexuado mas impedido de praticar a sua sexualidade. Se o fizer está em pecado. Como é que o papa pode agora querer saber a orientação sexual dos futuros padres? É aberrante!

novembro 20, 2005

Despachos

Estou aqui à volta com o despacho normativo nº.50. Com uma leitura rápida lembra-me outros tempos de um despacho semelhante, de má memória. Será que lhe vai acontecer o mesmo? É caso para me sentir feliz porque espero não ter alunos que sejam abrangidos por esta medida. Mas vou estudá-lo melhor.

novembro 16, 2005

Frida


Talvez os meus gostos em arte - e não só - sejam um pouco esquisitos, mas têm a ver comigo, não há dúvida, não poderiam ser outros.

novembro 09, 2005

Sabemos que

Afinal a expectativa e a frustração eram comuns - soubemos agora. E continua a persistir em cada eccontro! O que é que nós não dizemos ou não fazemos? E porquê? Aqui está uma matéria para investigar.

novembro 02, 2005

Silêncios

Ao fazer arrumações encontrei as tuas cartas de há vinte anos quando já éramos um caso arrumado e estávamos ambos afastados de Lisboa. Lembrei a emoção com que as abria. Estive a lê-las. Foi curioso porque tive a mesma sensação que tinha na altura. Um intenso desejo e expectativa antes de as ler e uma grande frustração depois. Era uma espécie de jogo das palavras não ditas. Será que uma paixão podia resistir assim ...

novembro 01, 2005

Medidas

O Carmona Rodrigues podia seguir os exemplos da sua colega de Barcelona e começar a aplicar multa a quem tem atitudes pouco cívicas: cuspir para o chão, deitar papéis para o chão, deixar os dejectos do cão à mercê de um passeante distraído, já agora gritar e dizer palavrões na rua e nos transportes públicos... Seria talvez um problema a fiscalização destas faltas, mas nada que um presidente de mangas arregaçadas não consiga. Entretanto podia começar por mandar lavar as ruas... bom já não é preciso tem estado a chover.O que poderá então ele fazer?

outubro 30, 2005

Um comentário

Costumo ficar irritada com as crónicas de Vasco Puliido Valente no Público. Desta vez achei graça, mas realmente o homem nunca está contente com coisa nenhuma.
Chama-se "O manifesto misterioso" e reza:
O manifesto de Cavaco não se percebe bem. E não se percebe bem porque pode ser tudo e, com a mesma facilidade, pode, evidentemente, não ser nada. Às vezes, por exemplo parece uma redacção. As minhas ambições para Portugal de Ronaldo Silva, 18 anos, Alcântara, Lisboa:"Eu gosto muito de Portugal..."
Se não for uma redacção, o manifesto talvez seja um Dicionário de Lugares Comuns para Candidatos com ambições para Portugal da editora Sampaio e Companhia(sede em Belém). Há grande escolha: credibilizar o Estado; seriedade, honestidade e transparência da vida política; pleno exercício dos direitos, liberdades e garantias; participação cívica; consolidação orçamental para reforço da competitividade e do desenvolvimento;qualificação dos recursos humanos; sociedade mais justa e solidária; sistema de segurança social financeiramente sustentável; aposta forte na qualidade do ensino superior; tradicional repúdio pelo racismo e xenofobia...
Não sendo nem uma redacção nem um dicionário o manifesto só pode ser uma asneira. Passa por um programa de governo, promete a Lua, acicata a esperança de um milagre para o dia em que o dr. Cavaco subir gloriosamente aos céus. No fundo, agrava o pior problema do presuntivo Presidente Cavaco: a desilusão e a fúria do país quando constatar que ele não mudou, nem consegue mudar, coisa nenhuma. Tretas de agora, penas de amanhã. O manifesto é um mistério."

outubro 24, 2005

Perfeito

Temos então o Candidato perfeito à presidência da república: não é político profissional, é independente, não é movido por interesses pessoais e egoístas e a família dele não vai entrar na campanha eleitoral.