O que é que este iraniano foi fazer a uma conferência contra o racismo e as discriminações?abril 20, 2009
abril 18, 2009
Disse Luís Campos e Cunha no Público de ontem:
Avalie-se, também, o exemplo suíço, em que a DROGA deixou de ser comprada na rua, para ser adquirida na farmácia com receita médica.Poupam-se milhões que podem ser canalizados para a recuperação dos toxicodependentes que estejam dispostos a tal. Deixa-se o passador sem negócio porque quem de facto precisa dela pode adquiri-la na farmácia, sem misturas mortais e sem seringas infectadas. Mais, deixa de haver o angariador toxicodependente porque não necessita de clientes porque pode obter a DROGA na farmácia. E se contaminasse mais um colega ele não ganharia nada com isso, ninguém lhe quereria comprar nada no futuro. A profissão desapareceria.
abril 14, 2009
Já não posso ouvir falar no caso Freeport. Parece que quanto mais se fala num assunto menos ele se esclarece até um dia entrar no esquecimento quando surgir outro mais polémico - pois há sempre um jornalista e investigar.
Quando um caso chega à Justiça, já passou tanto tempo que deixou de ser notícia. Para bem do primeiro ministro, da democracia e de mim - pois tenho vergonha de um governo sobre o qual pairam suspeitas - era bom que este assunto fosse rapidamente esclarecido.
Será assim tão difícil chegar a uma conclusão sobre o caso?
abril 05, 2009
março 21, 2009
Dia da Poesia
[COM O FOGO NÃO SE BRINCA]
Com o fogo não se brinca
porque o fogo queima
com o fogo que arde sem se ver
ainda se deve brincar menos
do que com o fogo com fumo
porque o fogo que arde sem se ver
é um fogo que queima
muito
e como queima muito
custa mais
a apagar
do que o fogo com fumo
De Um Jogo Bastante Perigoso (1985)- Adília Lopes
Com o fogo não se brinca
porque o fogo queima
com o fogo que arde sem se ver
ainda se deve brincar menos
do que com o fogo com fumo
porque o fogo que arde sem se ver
é um fogo que queima
muito
e como queima muito
custa mais
a apagar
do que o fogo com fumo
De Um Jogo Bastante Perigoso (1985)- Adília Lopes
março 14, 2009
março 11, 2009
março 08, 2009
março 02, 2009
And the winner is...
Os Congressos Partidários parece que já não são o que eram. Temos que nos adaptar aos novos tempos em que tudo é programado e transmitido em directo, até a morte.
Quando eu pertencia a um partido, o congresso era um momento de grande debate interno, havia textos para ler e discutir, propostas alternativas a votar vindas de diversos proponentes...daí resultavam pessoas diferentes para os cargos de direcção geral ou intermédia. Agora parece não haver nada disso. O que vi, pela TV, do congresso do PS foi um grande espectáculo para glorificar o chefe, discussão e soluções não ouvi mas diz quem lá esteve que não houve. Escutei ainda momentos ridículos como a intervenção contra o casamento de pessoas do mesmo género e a apresentação , para culminar, de Vital Moreira- esfusiante de alegria- que mais parecia uma entrega dos Óscares. Até tenho desgosto de dizer que já votei PS.
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